quinta-feira, 17 de julho de 2014

Energia vital, nossa digestão.

Energia vital modela como mastigamos a vida.
É o filtro da alma para absorvermos os fatos; do passado, presente e futuro.
Funciona como uma engrenagem que possibilita fazermos acontecer, o que fica apenas na mente.
Quando estamos com baixa energia vital, tudo parece pior, ocorrências positivas não são valorizadas e as negativas, multiplicadas em nosso coração

Nos últimos dias tenho me concentrado em acumular bastante energia vital e estou surpreso com alguns bons efeitos inesperados.
É muito importante termos em mente a crucialidade de entender esse ponto, pois a interpretação do cotidiano é que define nosso grau de satisfação em viver e exatamente nesse ponto a energia de vida que temos dentro de nós manifestada, faz a diferença.

A forma mais poderosa e catalizadora que conheço para acúmulo de energia vital é o mantra Daimoku, me supreendo todos os dias que consigo fazer, difícil descrever em palavras, estou bem feliz de experimentar essa sensação.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Ativismo, religião e ciência

Eu acredito no ativismo politizado independente de partidos, que vise o empoderamento da sociedade civil.

Eu acredito que a religião jamais deve negar a importância do mundo político, pois esse, pode causar muita infelicidade a população. 

Eu acredito no ativismo politico para questões sociais urgente, mas a transformação primordial da sociedade, encontra-se na revolução interior e não somente, na revolução de sistemas.

O egoísmo fundamental humano é a nascente das injustiças sociais, é a origem da miséria e o motivo da existência de guerras.

Eu acredito que a religião e a política nunca devem se negar mas ao mesmo tempo, não devem se tornar uma coisa só. A religião deve no máximo cultivar valores humanos para todos campos da sociedade, inclusive o político, mas não deve impor conceitos religiosos ao contexto social de forma unilateral, pois contraria a próprio significado da religião existir.

O mundo esta dividido de forma radical entre religião e ciência, espiritualismo e materialismo, essas dicotomias na minha opinião, nos afastam da realidade multifacetada que se apresenta.

Deviam se completar e não se opor, e por isso tenho convicção que a filosofia do budismo de Nitiren Daishonin é única e revolucionária, pois apresenta um caminho dando as devidas importâncias ao mundo político, científico e religioso, coexistência de aspectos da realidade.

O mundo há tempos está refém do conflitos de idéias, tornando a vida sempre um meio para ideologias, a filosofia budista do caminho do meio é a reposta, com um autêntico humanismo, valor absoluto da dignidade da vida.
Por im mundo em que a ciência, política e religião tenham como prioridade máximas, os seres que as criaram, os humanos.

Não sejamos redondos

Criar, e não apenas reproduzir; que seja um propósito essencial.

Ser inventivo, é uma potencial inato que adormecemos.
Num texto, numa pintura ou idéia. 

Criar, faz o que se vive, transformar. 
Reproduzir, mantém.

É um estado de espírito, um compromisso com fazer uma diferença além de apenas, existir.

Mesmo que seja pequeno, o efeito borboleta...

Não sejamos redondos, onde tudo que se faz leva ao conhecido, que seja um ziguezague e em frente.
Diferença entre fazer e realizar, gigantesca.

Criadores, transformadores; parteiros do novo mundo, se buscam a popularidade da maioria, sempre estarão pecorrendo trilhas e não florestas virgens.
Queiramos acreditar, que somos exploradores das matas da revolução!

Delírio material

Talvez o maior delírio seja perseguir majoritariamente, o êxtase existencial em coisas.

Se o significado, é o que alimenta o espírito humano, será possível pleno júbilo em conquistas meramente extrínsecas? 
O saciamento, sem transformar o particular do eu?

Com angústia, desejaremos mais e mais, quando nossa flecha se direciona apenas ao universo material.
O Daimoku responde a todas minhas questões nesse sentido, de uma plenitude verdadeira e não apenas material. Que boa sorte!

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Cultura Social e o dano a nossa vida

Uma amiga me indicou um excelente vídeo sobre o texto que escrevi ontem.
Segue o texto abaixo e o vídeo:

"O Facebook pode ser um veículo danoso a autoestima e ter considerável influencia em nossa personalidade.

Na psicologia, a teoria da comparação social explica que é normal pessoas se compararem constantemente.

Na rede social, podemos controlar artificialmente o que vamos expor de nossa vida, como consequência, é natural ser bem mais postado, bons momentos e vitórias. Isso gera um ciclo de sentir inveja e causar inveja.

Mas por que?

Quando nos relacionamos pessoalmente, interagimos com amigos expondo tristezas e felicidades, o que torna algo mais equilibrado e sadio.

Já na rede tudo parece sempre maravilhoso; viagens, festas, escolhas das melhores fotos etc; somos mais "bonitos" e "felizes".
Um mundo irreal se cria onde vemos somente o lado bom da vida alheia e criamos um sentimento de inferioridade, isso pode criar estresse e baixa autoestima.

Na atualidade, a aparência é valorizada como nunca , o marketing nos meios de comunicação domina absolutamente, tudo é elaborado, a imagem é produzida, o natural não existe e isso potencializa ainda mais almejarmos o inalcançável.

Se refletirmos sobre a nossa personalidade, perceberemos a possibilidade da nossa cognição se viciar na necessidade da preocupação com as aparências, com o que pega bem, se nas redes e na TV vivemos isso, é obvio que na nossa mente, isso terá um efeito e nos pegaremos pensado "isso não vai pegar bem".

A interação artificial da rede potencializada com o marketing massivo nos geram um sentimento de insatisfação constante, perseguimos uma miragem de ideal de vida, sentimentos de derrota e de incapacidade podem se tornar comum.

É de se surpreender que a sociedade viva uma epidemia de problemas psicológicos?
de que os remédios para questões da mente sejam os mais vendidos?

Muitos falam para mim, que o mercado da minha futura profissão, psicologia clínica, é um dos que mais crescem, isso pode me deixar feliz num primeiro momento, mas se formos analisar que a origem disso, não me deixa feliz de nenhuma forma.

O budismo de Nitiren Daishonin nesse sentido é maravilhoso quando revela que a verdadeira felicidade é a absoluta, que não depende das aparências, não depende do que se tem, nem do status social, mas sim de iluminar sua identidade única no universo.
A verdadeira felicidade vem de perceber seu propósito nessa existência de vida e se dedicar em prol dele.

O resto é resto, apetrecho.


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

É

Pessoas são pessoas, iguais as outras pessoais!
Não se deve ser menos ou mais que um ser humano, basta e raro, se é quando realmente um ser humano.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Ação manifesta a mente

Pensamentos, desejos, sentimentos; a parte abstrata da vida...

Quando se concebe que algo exista apenas no mundo abstrato, está se construindo teorias vazias...

A ação faz a teoria ganhar sentido, a solidez se faz necessária.

No mundo inseparável de qualquer ser, sempre existirá uma realidade e nessa, que o aspecto subjetivo da vida deve se manifestar ou então...

A ação em última análise é fruto de uma teoria compreendida e não apenas adquirida.

Acho que aprendi hoje um pouco mais do que é oração e ação.

Os fatos é que criam a vida e eu irei fazer eles acontecerem, o universo pode estar de forma latente ao meu favor, mas não há um ser superior comandando esse mundo e concedendo benefícios, a Lei do universo se manifesta nas ações humanas...

É isso, agir pelo que se quer, ou então se irá ficar apenas querendo...